SOY LOCO POR TI
Política, Mídias, Economia, Arte, Futebol e Humor na América Latina

31/12/2004

Rebento 
  
Rebento subtantivo abstrato
O ato, a criação, o seu momento
Como uma estrela nova e o seu barato
que só Deus sabe, lá no firmamento
Rebento
Tudo o que nasce é Rebento
Tudo que brota, que vinga, que medra
Rebento claro como flor na terra,
rebento farto como trigo ao vento
Outras vezes rebento simplesmente
no presente do indicativo
Como as correntes de um cão furioso,
ou as mãos de um lavrador ativo
às vezes mesmo perigosamente
como acidente em forno radioativo
Às vezes, só porque fico nervosa, rebento
às vezes, somente porque estou VIVA!
Rebento, a reação imediata
a cada sensação de abatimento
Rebento, o coração dizendo: Bata!
a cada bofetão do sofrimento
Rebento, esse trovão dentro da mata
e a imensidão do som nesse momento
(Gilberto Gil)

Feliz ano novo a todos



 Escrito por Luiz às 12h23 [] [envie esta mensagem]


29/12/2004

Pílula diária de Humor
(tirado desse blog, que recomendo)
Os malvados.com

 Escrito por Luiz às 15h45 [] [envie esta mensagem]



Mau gosto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 


Saudável rir de nossas mazelas. Mas qual é o limite pra isso? De certa maneira, essa é uma questão de essência do sentido das palavras e das coisas em si, do ser das coisas em si. Ou: até que ponto é justificável o ridículo e o discurso do justificável do ridículo? Não é sexo dos anjos. Essa discussão tem a ver também com dominação e pobreza, dependência e precariedade, desrespeito e preconceito, fome e desesperança.

A identificação da essência das coisas e das palavras, ou das palavras nas coisas, dá preguiça ou acaba degringolando naquele papo mesa de bar. Enquanto isso, piadas como essa aí em cima ganham o espaço do justificável. E aí fica fácil dizer:vc está sendo politicamente correto demais.

Acontece que a  radicalidade é ir à raiz das coisas. E às vezes das palavras.



 Escrito por Luiz às 10h54 [] [envie esta mensagem]


28/12/2004

Opinião

Chico BuarqueViolência e preconceito - O clima hoje na cidade é muito mais pesado. Para não falar lá de cima, na própria zona sul já há territórios demarcados. Eu conheci a praia como um espaço democrático. Hoje em dia já se sente no ar a idéia de que vai existir logo uma fronteira entre Ipanema e o Leblon. Tem um pessoal na altura do Jardim de Alá [moradores de um cortiço na rua do canal que divide Ipanema e Leblon] que desce ali e ocupa a praia. Vira uma paranóia, vira uma hostilidade com esses garotos que ficam circulando ali. Assaltar na praia é o pior negócio que existe. De vez em quando acontece. No dia seguinte, vem a polícia e enfia os meninos no camburão, quando não faz coisa pior. Eles querem tirar da praia, sumir com eles dali. Não vai ter onde botar esses meninos.
As soluções sugeridas para isso, as coisas que eu leio nas cartas dos leitores dos jornais, em geral são fascistas. Virou moda responder a quem defende os direitos humanos com o trocadilho infame dos "humanos direitos" contra os vagabundos que nos retiram o direito de andar livremente pelo calçadão. Isso quando não se defende abertamente a pena de morte, a reclusão dos garotos de rua, a diminuição da maioridade penal, a prisão perpétua. Eles querem exterminar com os pobres do Rio. Se puderem sumir com aquilo tudo -ótimo. Os meninos são os inimigos, são os nossos árabes, são os nossos muçulmanos.

 

Mudança - Hoje em dia a gente vê pouquíssima margem de uma mudança social. Ao mesmo tempo, em países pobres, como o Brasil é, deveria ser mais do que nunca premente a necessidade de uma transformação social. A situação se deteriora e não se enxerga uma alternativa razoável.

Irracionalidade - Me preocupa que estamos nos encaminhando cada vez mais para uma situação irracional. Tudo passa pela economia. É difícil. Eu tendo a acreditar nos economistas quando dizem ser impossível gerenciar países como o nosso de outra forma. Quem sou eu para opinar? Eu me sinto muito diminuído, tenho pouco interesse em me manifestar, da mesma forma que tenho pouco interesse em ler opiniões de leigos, de gente desavisada a esse respeito.
Às vezes podem dizer coisas interessantes, ou até brilhantes, mas quando chega a hora de uma discussão mais séria essas opiniões soam quase como um escárnio, coisa de poeta.

Eu cada vez mais me abstenho por reconhecimento da minha limitação, da minha ignorância. Aí eu sou realmente modesto. Não sou modesto em relação ao que eu faço como artista. Mas, sobre os rumos ou possibilidades do país, não vejo honestamente que contribuição eu possa dar.
O que eu posso fazer é só constatar minhas perplexidades, meus receios diante desse quadro cada vez mais assustador. Como não se vê perspectiva de mudança a curto ou mesmo a médio prazo, a sociedade toda é levada a um certo conformismo, ou mesmo a um cinismo. Na alta classe média, assim como já houve um certo esquerdismo de salão, há hoje um pensamento cada vez mais reacionário, com tintas de racismo e de intolerâncias impressionantes.

 

Mais violência e preconceito - O medo da violência na classe média se transforma também em repúdio não só ao chamado marginal, mas aos pobres em geral, ao sujeito que tem um carro velho, ao sujeito que é mulato, ao sujeito que está mal vestido. Toda essa indústria da glamourização, de quem pode, de quem ostenta, de quem torra dinheiro -enfim, ser reacionário se tornou de bom tom. As moças bonitas no meu tempo eram de esquerda. Hoje são todas de direita (risos).
Boutades às vezes racistas, preconceitos de classe, manifestações de desprezo mesmo pelos mais pobres se tornaram algo muito comum e socialmente valorizado.


Esses são trechos da entrevista concedida por Chico Buarque à Folha de São Paulo. Aqui, o que pensa um reacionário sobre as opiniões de Chico.



 Escrito por Luiz às 00h53 [] [envie esta mensagem]


27/12/2004

Dize-me com quem andas
que eu te direi quem és

Bom, como venho avisando aos navegantes, o blog está para MUDAR. A partir de 2005 estréia novo design. As mudanças até agora, entretanto, vão além do visual. A partir de agora o Soy Loco por Ti deixa de ser  o blog de Luiz, o Lula, e passa a ser um blog comunitário. Novos pontos de vista vão se juntar ao que eu escrevo aqui. E novos temas  também. Tecnologia, governança, poder público e otras cositas más são alguns dos novos temas que devem ser tratados pelo amigo Cláudio Machado, o novo colaborador.

Nos próximos dias devo confirmar o terceiro colaborador que, assim como Cláudio é inteligente, sensível e tem muito a colaborar. O terceiro colaborador encerra as mudanças de conteúdo que quero fazer.

Gracias Cláudio.



 Escrito por Luiz às 11h19 [] [envie esta mensagem]


22/12/2004

Ainda em obras
Coloquei mais dois links na lista Fina FLor ao lado. São blogs com bom conteúdo. Um deles tem boa referência na lista dos blogs da Deutsche Welle e que pretendia elencar os melhore do mundo. Os novos blogs da Fina Flor são o Catraca, o Por um Punhado de Pixels e o Imakinaria, esse em espanhol. O melhor é que consegui mexer na HTML da página sem causar um desastre e sem encher a paciência de meu amigo Marcelo.

Esses dias o Soy Loco por Ti espera anunciar mais um colaborador com o conteúdo aqui apresentado. Aguadem notícias.
Hasta siempre
 



 Escrito por Luiz às 00h59 [] [envie esta mensagem]


20/12/2004

Pra começar bem o dia

"É melhor ser alegre que ser triste

Alegria é a melhor coisa que existe

É assim como a luz no coração

 

(...)Tristeza tem sempre uma esperança

De um dia não ser mais triste não.

 

Ponha um pouco de amor numa cadência

E vai ver que nínguem no mundo vence

A beleza que tem num samba não

(...)"

 

(Vinícius de Morais - Samba de Benção)

 

Como é bom ser alegre, é tão triste ser triste. Deve cansar ser assim, tão mal-humorado, tão reparador, tão implicante. Perde-se tanto tempo, dá tanto trabalho não gostar das coisas, que às vezes é melhor fazer o esforço!

 

As pessoas não existem!

 

E como diria Dylan, "Eu prefiro ser Elvis!"

O mundo é um grande piada! Mas uma daquelas como a grande piada do Monty Python, faz você MORRER de tanto rir.

 

O post acima foi todo retirado do blog Catraca. Recomendo a visita.



 Escrito por Luiz às 11h54 [] [envie esta mensagem]


17/12/2004

Desunião na adversidade

Bem, não gosto de me referir a efemérides, porque esse é um jeito fácil e superficial de fazer jornalismo e que é muito admirado. Mas não há como deixar passar o aniversário de 10 anos da formação jurídica do Mercosul, que foi estabelecido em Ouro Preto pelos presidentes ds quatro países que o compõem: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Nos últimos meses a existência do Mercosul nunca foi tão questionada pos empresários, políticos e intelectuais – e a data redonda não é a maior motivação.

 

A principal delas talvez seja a mentalidade imediatista das classes que mandam na América Latina. Dez anos são dez anos, eu sei. Há dez anos atrás a reunião entre os países era pra discutir taxas e sobretaxas de produtos entre os países membros. A reunião entre os países hoje é pra discutir a novas barreiras alfandegárias que a Argentina pretende erguer. Visto assim, a pergunta mais comum a se fazer é: ora merda, os caras não caminharam nada nesses dez anos? O Mercosul serve pra alguma coisa mesmo?

 

A integração econômica de maior sucesso estabelecida até hoje é a União Européia. A primeira iniciativa nesse sentido foi a assinatura do Tratado de Paris em 1951, estabelecendo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e o  Tratado de Roma (1957), instituindo a Comunidade Económica Européia. Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos foram os primeiros signatários.

 

A EU passou por novas fases de ampliação. Em 1973 se juntaram Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981 Grécia; em 1986 Espanha e Portugal; em 1995 Áustria, Finlândia e Suécia; a 1 de Maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polônia. O que eu quero mostrar com isso é que uma união dessas não é um projeto para estar funcionando a pleno vapor em 10 anos, nem em 20 ou 30 anos. A União Européia ainda hoje enfrenta problemas e apara arestas, tem um calendário negociado de adesões, por parte dos países, das regras do bloco.

 

O lema principal da União Européia é Unidade na diversidade. O lema do mercosul bem poderia ser Desunião na Adversidade. A falta de uma visão menos imediatista é só um dos entraves. (continua)



 Escrito por Luiz às 11h01 [] [envie esta mensagem]



O próprio desconhecimento das noções básicas de integração econômica nos jornais mostra isso. Uma integração econômica passa por quatro etapas, segundo a teoria do comércio internacional: Zona de Preferências Tarifárias, Zona de Livre Comércio, União Aduaneira e Mercado Comum. Ainda não existe nenhum bloco que seja uma União Econômica e Monetária.

 

“A Zona de Preferências Tarifárias, é a adoção recíproca, entre dois ou mais países, de níveis tarifários preferenciais. Ou seja: as tarifas incidentes sobre o comércio entre os países membros do grupo são inferiores às tarifas cobradas de países não-membros.” Exemplo: ALADI, Associação Latino Americana de Integração. 

“A segunda etapa (ou modelo) de integração é a Zona de Livre Comércio (ZLC), que consiste na eliminação de todas as barreiras tarifárias e não-tarifárias que incidem sobre o comércio dos países do grupo”. Exemplo: NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), firmado em 1994 entre os Estados Unidos, o Canadá e o México.

 

“União Aduaneira (UA) corresponde a uma etapa ou modelo de integração econômica no qual os países membros de uma Zona de Livre Comércio adotam uma mesma tarifa às importações provenientes de mercados externos. À essa tarifa dá-se o nome de Tarifa Externa Comum (TEC)”. Exemplo: Mercosul.

 

“Um quarto modelo ou etapa de integração é o chamado Mercado Comum, que tem a União Européia como principal modelo. A maior diferença entre o Mercado Comum e a União Aduaneira é que esta última regula apenas a livre circulação de mercadorias, enquanto o Mercado Comum prevê também a livre circulação dos demais fatores produtivos. A expressão "fatores produtivos" compreende dois grandes elementos: capital e trabalho”. Exemplo União Européia.

 

"A União Econômica e Monetária (UEM) constitui a etapa ou modelo mais avançado e complexo de um processo de integração. Ela está associada, em primeiro lugar, à existência de uma moeda única e uma política comum em matéria monetária conduzida por um Banco Central comunitário. A grande diferença em relação ao Mercado Comum está, além da moeda única, na existência de uma política macroeconômica, não mais "coordenada", mas "comum".”

 

É claro que o imediatismo e a falta de entendimento desses conceitos não são a razão das dificuldades do Mercosul. A América Latina ainda anda ameaçada aqui e ali nos regimes democráticos do países, a Argentina ainda começa a engatinhar na recuperação de sua economia, a política externa do governo Lula é megalomaníaca e a pauta das discussões e dilemas do bloco está grudada às prioridades das classes dirigentes desses dois países, o que é ruim, porque regras assinadas conjuntamente são quebradas todos os meses.

 

Por enquanto, o maior trunfo do Mercosul ainda é político, o que não quer dizer grande coisa se lembrarmos das negociações bilaterais que os Estados Unidos conseguem estabelecer com países membros do Mercosul e outros da América Latina.

 

Por enquanto, continua a desunião na adversidade. 



 Escrito por Luiz às 10h57 [] [envie esta mensagem]


16/12/2004

Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo que eu queria fazer: a partir de hoje o Soy Loco por Ti entra em obras. Os poucos mas assíduos leitores poderão perceber as mudanças devagarinho. Comecei a mudar a configuração desse blog hoje, usando uma versão recente do Dreamweaver e a paciência risonha de Marcelo, webmaster do Pernambuco.com.

As mudanças por enquanto são poucas: criamos três novos frames de links ao lado, que receberão novos endereços à medida que eu encontrar  novos endereços interessantes nas poucas horas de navegação de que disponho. Recomendo a visita a esses sites.

Como eu sei que a maior parte dos leitores não comenta, aceito pelo menos sugestões dos amigos listados. Meu objetivo é fazer com que as mudanças reformulem completamente o design do blog. Até lá todas as sugestões possíveis e imagináveis são muito bem vindas.
Gracias.



 Escrito por Luiz às 10h24 [] [envie esta mensagem]



Pra começar bem o dia
As coisas que procuro
Não têm nome.
A minha fala de amor
Não tem segredo.

Perguntam-me se quero
A vida ou a morte.
E me perguntam sempre
Coisas duras.

Tive casa e jardim.
E rosas no canteiro.
E nunca perguntei
Ao jardineiro
O porquê do jasmim
- Sua brancura, o cheiro.

Queiram-me assim.
Tenho sorrido apenas.
E o mais certo é sorri
Quando se tem amor
Dentro do peito.


Quero brincar meus amigos
De ver beleza nas coisas.
Beleza no desatino
No teu amor descuidado
Beleza tanta beleza
Na pobreza.

Quero brincar meus amigos
de ver beleza na moça
Que por amor não se dá.
Nem por nada. E se reserva
Ao homem que Deus dará.

Quero brincar meus amigos
De ver beleza na morte.
Mais que na morte, na vida.
Tão doce morrer em vida
Tão triste viver em vão.

Vamos brincar meus amigos
E de mãos dadas cantar
minha feliz invenção:
Beleza tanta beleza
Em tudo que não se vê
Beleza


Tenho medeo de ti e deste amor
Que à noite se transforma em verso e rima.
E o medo de te amar, meu triste amor,
Afasta o que aos meus olhos aproxima.

Conheço as conveniências da retina.
Muita coia aprendi dos seus afetos:
Melhor colher os frutos na vindima
Que buscá-los em vão pelos desertos.

Melhor a solidão. Melhor ainda
Enlouquecendo os meus olhos, o escuro,
Que o súbito clarão da aurora vinda

Silenciosa dos vãos de um alto muro.
Melhor é não te ver. Antes ainda
Esquecer de que este amor tão puro


Tudo de Hilda Hilst, claro



 Escrito por Luiz às 01h07 [] [envie esta mensagem]



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