SOY LOCO POR TI
Política, Mídias, Economia, Arte, Futebol e Humor na América Latina

30/08/2005

Que beleza!





Bem, todo mundo sabe que esse não é um blog sobre sexo. Mas resolvi comemorar  de forma diferente a marca de 12 mil page views. Tá certo que, assim como na cama, quantidade não significa qualidade. Mas cá entre nós, dá uma certa satisfação ver o número no contador.

E, antes que me perguntem: não, as pessoas acima não estavam lendo o Soy Loco por Ti quando tiveram hãn... aquela iluminação tão boa que todo mundo conhece.

As imagens são vídeos alojados no site Beatiful Agony daquele momento hãn, daquela tal iluminação que é sempre melhor de ter com quem você gosta. Recomendo a visita ao site, pescado em Pedro, o Grande.
Gracias a todos.



 Escrito por Luiz às 17h17 [] [envie esta mensagem]



Mais desigualdade e pobreza
Mudar para continuar na mesma. Parece ter sido esse o lema das mudanças estruturais na economia em diversos países da América Latina nos últimos anos. O "Informe sobre a Situação Social no Mundo 2005: O dilema da desigualdade", produzido pela ONU, mostra que apesar dos altos níveis de gastos públicos na área social na região, os benefícios não estão chegando aos mais pobres.

O informe mostra que nos últimos 20 anos houve aumento da desigualdade na região. O aumento nas taxas de crescimento não repercutiram no bem estar da população. A situação piorou de forma mais evidente nos anos 90 na Argentina e na Venezuela.

Piorou o acesso a recursos e oportunidades na América Latina e Caribe. O desemprego aumentou de 6,9%, em 1993, para 9%, em 2002. Resultado: aumento da economia informal, da marginalidade e do ganho fácil, leia-se cultivo e/ou venda de drogas.

A distância aumenta em vários setores. Durante os anos 90, 10% dos lugares mais ricos acumulavam entre 30% e 45% do total da renda. Enquanto isso, os 40% mais pobres recebiam apenas 9% e 15% desta renda.

As desigualdade enrte os países da AL também cresceram. A renda por habitante na América Latina e Caribe tem caído sustentavelmente em comparação com a renda média por habitante nos países ricos que pertencem à Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entre 1980 e 2001, a renda por habitante caiu de 18% para 12,8%.

A longa história de desigualdade na propriedade dos ativos na América Latina e Caribe parece estar longe de ser reduzida.


 Escrito por Luiz às 16h50 [] [envie esta mensagem]



Devagar, devagarinho
Esse blog às vezes dá uma parada por absolutra falta de internet em casa. Agora eu entendo aquele pessoal do Eu odeio a Telemar.

 Escrito por Luiz às 13h19 [] [envie esta mensagem]


25/08/2005

Até o Sol nascer
(Meu caro amigo, me perdoe se não lhe faço uma visita. São muitos os perigos e os percalços dessa vida).
Mineiro de Belo Horizonte, tocador de violão, boêmio, boa praça, baixinho e invocado (quase sinônimos), maridão de Letícia - a quem conquistou com seu belo sorriso, umas horas com um violão e seu jeito brejeiro - nerd de carteirinha e dotado da qualidade de proferir algumas das melhores e mais engraçadas frases que eu já ouvi
:

"Se eu estivesse num elevador com o Marcos Palmeira, nem eu mesmo me garantiria

Eu vou me candidatar e eu vou ganhar. Até eu ganho do Lula.

Precisamos criar imediatamente o Programa de Erradicação dos Predadores Marinhos, o Prepan. (falando dos tubarões em Recife)

Peço desculpas a todos aqueles a quem eu convenci a votar no Lula.

Sorvete Handegäss é melhor que sexo".

Pois é, o autor dessas frases é o Eduardo Sol, com quem eu de vez em quando discuto aqui nesse blog laranja. O mineiro bia praça estará abrindo as portas de sua propriedade a convidados VIPs, na festa batizada por ele mesmo de Até o Sol nascer. E nós, seus amigos, nos lembramos de como sua companhia é boa e agradecemos a Letícia por tê-lo atraido para essas bandas. Feliz aniversário Sol!!



Esse post contou com o auxílio de Sérgio Miguel, Humberto Gordo e Carlos Lopes na lembrança das frases.



 Escrito por Luiz às 17h57 [] [envie esta mensagem]


22/08/2005

Venha vlogar também
Cristian Ocampo, um rapaz de 23 que mora em Río Bueno no Chile, é, talvez, o autor do primeiro vlog latinoamericano. O termo é a abreviatura em inglês de vídeo weblogs - posts com filmes curtos filmados e produzidos de forma caseira usando a criatividade, um pouquinho de humor e muita irreverência na maior parte das vezes. Mas há também que realiza produções mais cuidadas. Na maior parte das vezes, é muito recomendado ter banda larga. Abaixo seguem alguns endereços de vlogs criados ou tutoriais para se fazer um. Se alguém conhecer mais algum vlog, é favor sugerir.

O cara: www.cristian.blindesign.com
Aprenda a criar um vlog:
www.freevlog.org
Bons tutoriais: http://vlog.blogia.com
Vídeos sobre arte, política, esportes e tecnologia: www.apollopony.net
Outros vlogs:
www.bbc.co.uk/london/blasts_mobilevideos.shtml
http://groups.yahoo.com/group/videoblogging
www.waveofdestruction.org
www.buzzmachine.com
www.mobuzztv.com



 Escrito por Luiz às 21h03 [] [envie esta mensagem]



E vamos à luta
(Gonzaguinha)

Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constroi a manhã desejada

Aquele que sabe que é o couro da gente
Que segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe i sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
E entra num botequim
Pede uma serva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda um pagode
E sacode a poeira suada da luta
E faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
(Nós estamos pelaí)


A música acima é uma composição de autor desconhecido. Ouvi pela primeira vez na voz de uma jovem Alcione (não a do Hard News) e tenho ouvido muito, na esperança não sei bem do quê. De todo esse mar de lama na política nacional acho que desejei lembrar da música na voz ou na defesa de algum dirigente do PT, ou na mensagem de esperança e coragem de algum pensador dos quadros que um dia foram do partido. Confesso que quis lembrar da música ouvindo o Lula falar, mas nenhum deles - o próprio presidente, Dirceu, Genoíno, César benjamin, Paul Singer, e outros - me fez lembrar da música.

A reação veio tarde, tranquila e eloqüente somente na voz de Palocci, quem diria. Foi vendo sua entrevista, no fim de semana, que eu lembrei com gosto da música.



 Escrito por Luiz às 17h31 [] [envie esta mensagem]



Com o corralito na mão
Em 1991 os argentinos achavam que o país havia acabado. Havia crise geral de credibilidade institucional e a falência da economia. Foi nesse cenário que o então ministro da economia argentina, Domingo Cavallo, instituiu o corralito - o congelamento dos depósitos bancários.

Quem tinha dineiroi em dólar só poderia retirar do banco certa quantia em moeda nacional ou através de títulos ou certificados que só poderiam ser usados para a compra de automóveis, eletroeletrônicos, imóveis e máquinas agrícolas.

Resultado: manisfestações, passeadas e panelaços por toda parte. No que deu: além de umas cabeças quebradas, a renúncia de Fernando de La Rúa, el presidente. Esse prólogo é pra justificar o post. É que hoje é o último dia dos 1356 de vigência do corralito, que marcou o fim da conversibilidade entre o peso e o dólar americano. Do dinheiro originariamente congelado, restou menos de 1% (US$ 81,4 milhões).


Hoje, a economia argentina cresce, os empregos começam a ser recuperados, o país não acabou, Maradona não morreu (até perdeu quilos e tem um programa de auditório), o turismo vai bem obrigado e os times deles continuam com os melhores nomes e os padrões mais bonitos. Moral da história: os corralitos passam.



 Escrito por Luiz às 17h08 [] [envie esta mensagem]


18/08/2005

Thanks, God. It´s Friday!

Com o auxílio luxuoso da Jaca Mole.



 Escrito por Luiz às 21h08 [] [envie esta mensagem]


17/08/2005

Essas pessoas esquisitas
e seus blogs maravilhosos


Há muitos tipos de jornalismo, e a trajetória é cada vez mais em torno do que vai se estabelecer de forma mais rápida, leve e barata. O modelo tradicional de impresa impressa - o jornalismo de verificação - é um dos quais os jornalistas estão preocupados primeiro em tentar substanciar fatos. Ele tem cedido ao longo dos anos a talk shows, tv a cabo e o novo jornalismo de asserção, onde a informação é oferecida com pouco tempo e pouca tentativa de, independentemente, se verificar sua veracidade.

A blogsfera, ao adcionar riqueza à voz dos cidadãos, expande essa cultura de asserção exponencialmente, e traz uma filosofia afirmativa: publicar qualquer coisa, especialmente pontos de vista - a apuração e verificação ocorrerão depois das respostas dos amigos do blog. O resultado é algumas vezes verdade e noutras vezes falso.

(...) Tudo isso torna mais fácil para aqueles que manipulariam opinião pública - governo, grupos de interesse e corporações - para entregar mensagens não checada, através dos web sites independentes, vídeos e textos de comentaristas pagos.


Essa é uma das conclusões do State of News media 2005, segundo ano da publicação produzida pelo instituto Project for Excellence in Journalism, associado à Columbia University Graduate School of Journalism.

O relatório integral pode ser lido aqui. Nessa segunda edição, os autores do estudo levaram em consideração a força dos blogs. Ele afirma que "a tecnologia está transformando cidadãos de passivos consumidores de notícias produzidas por profissionais, em participantes ativos..."

"O que nós chamamos de jornalismo é somente parte de um mix, e sua função de intermediário e verificador, como as funções de outras instituições civis, está se enfraquecendo. Nós estamos testemunhando o nascimento de um novo e mais ativo tipo de cidadão americano - com novas responsabilidades que estão apenas começando a ser consideradas".

O relatório chama a atenção para o fato de que o ano de 2004 viu o florescimento dos blogs e a emergência de serviços de notícias inteiramente editados por computadores (como o Google News). O relatório analisa a indústria de notícias em nove setores: jornais, revistas, redes de televisão,  televisão a cabo, televisões locais, internet, rádio, mídias étnicas e alternativas.

Por que a leitura é interessante para nós, leitores, cidadãos, velhos e novos focas, já que o estudo se concentra na indústria de notícias dos Estados Unidos? Porque ela antecipa tendências que já estão se esboçando por aqui há alguns anos. Blogueiro é jornalista? Como atribuir credibilidade a um blog? Como confiar nele? Os blogs podem ser manipulados? Por quem? Os jornalistas são melhores blogueiros do quem quem não tem formação em comunicação? Qual a cor do cavalo branco de Napoleão?



 Escrito por Luiz às 22h17 [] [envie esta mensagem]


16/08/2005

Quem não estiver confuso
levante a mão, por favor
(umas e outras coisas para fazer numa crise)

Faça de conta que é tudo uma armação da direita - É a melhor opção para quem acredita, desde o início, que um governo de coalizão pode manter até o último suspiro e intacta toda a programática de campanha. É também a melhor opção para um tipo de cínico, entre os muitos que nascem ou se revelam nessas épocas. Ou seja, é o tipo de atitude tomada por gente muito ingênua ou muito maldosa.

Faça de conta que o destino da esquerda é perder - É uma boa frase de efeito e que tem grandes chances de acabar qualquer discussão atual sobre o tema - com vantagem para quem a proferir. O único risco é a frase ser dita diante de alguém que possa argumentar bem - e eventualmente convencer - que a luta política é algo um pouco mais complexo do que as generalizações superficiais como essas.

Faça de conta que não está sentindo nada - É recomendado fumar um baseado minutos antes. Funciona sempre muito bem em conversa de mesa de bar, no encontro amigável com os amigos com que você não quer discutir ou no almoço com aquele tio senio que quer saber as últimas do governo de esquerda que eleajudou a fundar em anos de luta.

Faça de conta que já sabia de tudo e que estava só esperando a bomba explodir - É a postura mais em moda atualmente. Uns com mais razões que outros, uns com mais educação e gentileza política que outros, uns com mais elegância, paciência e lamento que outros atribuem, com maior ou menor pertinência, à fragilidade ideológica do PT a situação final. É essa a postura, há meses, do oráculo de Ipanema (Diogo Mainardi) e de alguns dos ex-dirigentes ou fundadores do PT. É claro que é também a posição confortável adotada pelos adoradores do PFL, dos acólitos de FHC, de toda sorte de arrependido e dos aduladores cínicos de sempre.

Faça de conta que ainda acredita nas idéias que moveram a formação do PT - É o caminho mais difícil, porque de certa forma é a única posição, entre as anteriores, que não apela ao cinismo. Assim procedendo é possível e necessário fazer a crítica não somente ao PT, mas à longa tradição das esquerdas nesse continente inteiro.



Com a ajuda luxuosa dos Malvados.

 



 Escrito por Luiz às 13h50 [] [envie esta mensagem]



Quinto elemento
Quando o ex-presidente Fernando Henrique concluiu seu mandato conquistado democraticamente e passou a faixa ao presidente Lula, eleito também democraticamente, parecia ser o começo do resto de nossas vidas. A maioria dos brasileiros nunca tinha visto o que viram naquele dia de esperança e orgulho. A última vez que um presidente eleito tinha cumprido seu mandato e passado a faixa ao sucessor eleito fora no ano de 1961 e, naquela época, nada dera certo: Jânio Quadros, sete meses depois, renunciou à faixa que recebeu de Juscelino.

Nem no pior dos pesadelos, os brasileiros imaginavam que a horrorosa palavra impeachment - que ainda preferimos deixar assim, como ela veio, estrangeira - fosse de novo freqüentar as páginas dos jornais, as análises dos especialistas, os discursos da oposição.

A melhor saída para a crise é o governo Lula se resgatar de alguma forma; milagrosa. Nada nos últimos dois meses indica que ele tenha estrategistas que consigam se adiantar aos acontecimentos. O governo tem sido empurrado pelos fatos, entre claudicante e abúlico, esboçando reações tardias, contraditórias e insuficientes.

Se algum processo de impeachment levar ao fim antecipado do governo Lula, pode vir a atingir também o vice-presidente, já que o crime que está sendo investigado é eleitoral. Isso nos levaria a um pesadelo ainda pior que é um governo Severino, igual em tudo na vida a uma cambaleante e sob suspeição Câmara dos Deputados. Como isso não seria aceitável, imaginemos o quarto da linha constitucional de poder, o presidente do Senado, Renan Calheiros, homem que esteve na gênese do governo Collor de Mello. O quinto dessa linha estabelecida pela Constituição brasileira seria o único com alguma chance de pacificar o país, convocando eleições: o presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim.

Nada é trivial na atual crise brasileira. Um hipotético impeachment do presidente Lula faria do Brasil o país que, em 20 anos de democracia, teria enfrentado duas vezes, no espaço de 14 anos, esse trauma terminal. A cicatriz deixada faria de nós um país parecido com a caricatura dos governos cambiantes da América Latina dos anos 60-70.

Isso não significa parar a investigação por medo do que se vai encontrar no fim. Até agora, a CPI já apurou muito, mas o principal ainda não se sabe, de acordo com o resumo da deputada Denise Frossard: "falta saber de onde veio o dinheiro". Tudo precisa ser investigado e é preciso ir até o fim com o processo de depuração iniciado, mas é inevitável reconhecer que essa crise não tem saída fácil. Semana passada, um integrante do governo Lula me perguntou, como quem duvida, se eu achava que essa crise é, de fato, a pior dos últimos tempos.

Não tenho dúvidas de que é a pior dos últimos 20 anos. O ex-presidente Collor era um aventureiro que desembarcou em Brasília com um grupo de amigos oportunistas, um partido inventado e um programa econômico ensandecido. O presidente Lula levou 25 anos construindo um partido que o levasse até o Planalto. Quando Collor afundou, parecia estar se confirmando o que muitos previram. A agonia do governo Lula surpreende, espanta e machuca. Quando ficou claro que o governo Collor estava condenado, um grupo de ministros, suficientemente distantes do presidente por não terem partilhado sua história, formou um núcleo de governabilidade. Lá estavam Marcílio Marques Moreira, Célio Borja e Celso Lafer. Hoje, se fosse necessário, quem executaria esse papel? O ministro Antonio Palocci mantém credibilidade, tem conseguido se manter distante - a golpes de banho frio, como ele disse - da confusão política. Mas não tem distanciamento algum do núcleo do poder; sempre foi parte dele. No colapso de Collor, partes fundamentais do sistema político, partidos como PT, PSDB e PMDB, estavam preservadas por terem estado, com maior ou menor convicção, na oposição à patética república da Casa da Dinda.
Isso não torna a crise atual insolúvel. Nenhuma crise o é.

O que se discute é qual saída representa um trauma menor. Se ainda é dado sonhar, pode-se querer que o governo encontre seu rumo, nessa vigésima quinta hora, e que o PT consiga fazer sua depuração profunda. Mesmo na hipótese de cassação do registro do PT por uso de recursos em moeda estrangeira e práticas ilegais de financiamento, o que se perderá é uma legenda. As pessoas atrás da legenda continuarão existindo, as idéias que inspiraram a legenda permanecerão tendo defensores, o país continuará perseguindo a evolução institucional, como fez nos últimos 20 anos.

O que está sendo desmontado na frente do país é o que se passava nas entranhas do poder; é o "insustentável preço da vitória" de que falou o deputado Paulo Delgado; é o mau comportamento de alguns dirigentes partidários; é o sentimento de impunidade que dominou certos elementos. A República está intacta, a democracia preservada, a economia tem suportado os golpes graças aos acertos de sucessivos governos na busca incansável de uma moeda estável.

No início desta crise, escrevi aqui que esta era uma hora grave e dolorosa. Tem sido mais grave e mais dolorosa do que se imaginava no começo. Mas ela terminará um dia. É preciso não perder o rumo do que queremos preservar: a democracia.


Coluna de Míriam Leitão, domingo, 14 de agosto.



 Escrito por Luiz às 13h28 [] [envie esta mensagem]



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