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| 14/10/2005 |
Thanks God, it´s friday
 O álcool é o gelol da alma
Escrito por Luiz às 23h29
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| 13/10/2005 |
La ordem i lo progriesso
 Bueno, tenemos que considerar la idea muy buena. Muy rica, non? Un dia entero hablando la lenguaje más falada en todo esto harmoso continiente: el portunhol. Tengo ca comigo que la idea tiene tudo para ganar fuerça. Quen dera alguen con tiempo pudera hacer um sitio ben rico de informaciones. Se quieres más informacion a cerca deste movimiento, clica a cá. Tambien informaciones en http://www.portunhol.art.br/.
Por enquantio tenenos solamente el logo. Carmen Miranda es una otima idea, non?
Ahora sério: estan de fuera de el campeonato mundial de fútbol Colombia (la segunda vez seguida) e Chile, pobrecitos. A un que, Argentina, Brasil, Paraguay y Ecuador ja estan dientro de la competicion, que sucede en Alemania. El ganador de la eliminatoria entre el quinto de Suramérica y Australia, campeón de Oceanía, también irá al mundial.
Por Europa, además del anfitrión Alemania, estarán Holanda, Ucrania, Portugal, Francia, Italia, Inglaterra, Serbia y Montenegro, Croacia, Polonia y Suecia. Por el continente asiático se clasificaron Arabia Saudí, Corea del Sur, Japón e Irán, mientras que por África lo hicieron los debutantes Togo, Ghana, Costa de Marfil y Angola, además de Túnez.
Tambien classificados México, Estados Unidos y Costa Rica. Gracias.
Escrito por Luiz às 10h15
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| 12/10/2005 |
Quem afinal matou Lleras?
Existem rumores de que a morte do senador colombiano Germán Vargas Lleras, da Colômbia, tenha sido resultado de uma acordão realizado por políticos e narcotraficantes - em aprticular, as Farc. A presidência da Colômbia se apressou a negar a versão, mas a suspeita ficou no ar.
Enquanto isso, uma manifestação convocada por trabalhadores e indígenas, e indígenas trabalhadores fechou o tempo em Bogotá, ontem. Um panfleto com o título "Não à Eleição de Uribe Vélez, Sim à Insurreição Popular", denunciava duas coisas:
A participação das Farc na manifestação (a polícia invadiu mais de 350 domicílios até onte, encontrando armas e explosivos) e a insatisfação popular com o governo do presidente Uribe. A manifestação foi convocada para mostrar o descontentamento com a possibilidade de reeleição e a assinatura de um tratado de loivre comércio com os Estados Unidos.
Escrito por Luiz às 20h45
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| 10/10/2005 |
Tiros na esfera pública
Você é contra ou a favor da venda de armas de fogo e munição no Brasil? Antes que me perguntem, eu voto SIM no referendo sobre a proibição da venda de armas e munição no Brasil, que acontecerá no dia 23 deste mês. Mas eu sou contra o referendo. Hoje, o coletivo Nós na rede organizou mais uma postagem conjunta e você poderá visitar os outros sites clicando no logotipo ao lado. Colabore com a discussão.
Pensando sobre como escrever esse post cheguei a uma conclusão que poderá parecer à primeira vista autoritária: eu sou CONTRA esse referendo. Acredito que a definição da venda de armas e de munição no Brasil deveria ser incluída numa política do governo a favor da civilidade pública. E, nesse sentido, a esfera pública, ainda que decadente no sentido burguês, deveria ser chamada a discutir longamente sobre distribuição de renda, por exemplo, reforma agrária, educação no trânsito, fome, desnutrição, exclusão social.
O que uma coisa tem a ver com a outra e porque ser contra o referendo? Acho que o referendo só está acontecendo por causa da bancada da bala, os congressistas que receberam financiamento de campanha (lícito ou ilícito) dos mercadores de armas e munição nesse país. Continuo achando que a determinação da venda de armas e municação deveria ser uma prerrogativa do governo, baseado em uma ampla estratégia em prol da civilidade e da igualdade social. E não uma decisão entre sim e não, balanceada por amplas estratégias de marketing
Ao invés disso, o referendo fortalece um discurso que no Brasil não tem tanta força: você precisa de uma arma para se defender. O referendo está funcionando como um palanque para esse discurso. Parece a mesma história de sempre: os interesses privados (nesse caso, da indústria bélica e dos políticos por ela financiados) subordinando o interesse públicos. Ou melhor dizendo: a esfera pública se submetendo aos interesses privados sob o engano de uma discussão democrática.
Essa discussão não é democrática. O melhor argumento, baseado na racionalidade, não vencerá, porque a pouca discussão sobre o assunto na esfera pública brasileira é manchada pela força da grana e pela burocracia estatal. O governo federal está gastando R$ 600 milhões com esse referendo. A questão pra mim não é estar gastando muito ou pouco. É estar gastando errado.
Essa grana poderia ser mais bem aproveitada em estudos sobre a violência que relacionassem por exemplo, as migrações, a questão da fome e da falta de acesso a bens de consumo com os índices de violência por armas de fogo. O dinheiro poderia também ser aproveitado nas ações policiais para se coibir o tráfico de armas, para se equipar e fiscalizar os aparelhos polciais e militares (de onde sai boa parte das armas roubadas e de uso restrito que são encontradas nas mãos de traficantes de drogas e sequestradores.
Escrito por Luiz às 14h10
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| 05/10/2005 |
Um novo planeta é possível? (Sobre o futuro do jornalismo)
Ninguém mais se encanta com o jornalismo de mercado - mas há futuro para uma imprensa ligada aos movimentos por um mundo novo? Como vencer os monopólios da (des)informação? De que forma aproveitar as possibilidades abertas pela internet, que tornou possível estabelecer múltiplas redes de comunicação entre os cidadãos e permite, em tese, ultrapassar a fase da informação centralizada? Estes temas serão debatidos no próximo dia 6/10 (quinta-feira), em São Paulo, a partir da experiência do site Planeta Porto Alegre.
Será, em especial, uma oportunidade para falar sobre o futuro do próprio Planeta. Suas edições diárias foram suspensas em 1o. de setembro, por problemas financeiros. Estão em pleno andamento, porém, as articulações para retomar o projeto, em bases renovadas. Uma redação provisória já está montada, na Casa da Cidadania Planetária, que surgiu graças a iniciativa do Instituto Paulo Freire.
Uma das questões essenciais a enfrenar, na nova etapa, é precisamente o desafio da comunicação direta. Fenômenos como a multiplicação dos sites independentes, dos blogs e das redes orgânicas (como o Orkut) sugerem que o papel dos jornais pode estar em crise - assim como o dos partidos politicos.
Pouco a pouco, os cidadãos e os movimentos sociais descobrem que são capazes de se informar reciprocamente. A função tradicional da imprensa - constituir grupos de especialistas encarregados de captar a informação, organizá-la e distribuí-la centralizadamente - tende a se tornar supérflua.
Mas como extrair, da multiplicidade de fontes de informação, visões de mundo? Talvez esteja aqui uma nova responsabilidade para os jornalistas: não mais a de operadores do monopólio da (des)informação, mas a de proponents de roteiros capazes de organizar e dar sentido ao caos informativo.
Um novo Planeta é possível? O seminário do dia 6 não é um colóquio para acadêmicos da comunicação. Mas a experiência de Planeta Porto Alegre - e em especial as possibilidades da retomada - exigem estas reflexões.
O site surgiu, em 2001, como um articulador das informações da imprensa independente em todo o mundo. Constituiu um banco de fontes que reúne mais de 700 publicações. Numa nova fase, inaugurada no final de 2003, este papel foi parcialmente subestimado, em favor da produção de textos próprios. Não seria o caso de buscar uma síntese, talvez inspirada na própria Ciranda, a rede de comunicação independente que Planeta ajudou a construir?
Este debate está imbricado com outro fenômeno contemporâneo: o surgimento de uma comunidade internacional de desenvolvedores de software livre. Ela parece a cada dia mais empenhada em encontrar alternativas de inter-comunicação. O exemplo clássico é a WikiPedia. Menos conhecidas, mas igualmente importantes, são as ferramentas que permitem a interconexão de mídias - como o Spip, que já tem, no Brasil, uma rede de criadores associados.
Tudo isso estará em pauta no dia 6. Planeta Porto Alegre pretende fazer de sua crise financeira um momento de reflexão conjunta. Como sempre, sua presença é especialmente bem-vinda.
Balanço e futuro de Planeta Porto Alegre Quinta-feira, 6 de outubro, 17h30 Instituto Rosa Luxemburgo Rua Artur de Azevedo, 310 – Pinheiros -- São Paulo
Redação provisória de Planeta Porto Alegre Casa da Cidadania Planetária R. Pedro de Sousa Campos Filho, 289 - Alto da Lapa -- São Paulo (11) 3021.0670
Email enviado pelo sempre bem informado tricolor Cláudio Machado. Brigado, Cláudio!
Escrito por Luiz às 16h25
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| 02/10/2005 |
Uma outra campanha (zapatistas tentam mudar as regras do jogo) O México está em plena campanha eleitoral para a presidência da república. O pleito acontece em julho de 2006. Existe a possibilidade de López Obrador ser eleito. Diversos processos eleitorais estão em curso no continente - se não me falha a memória, em 16 países da América Latina.
Enquanto a campanha já corre solta, o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) anunciou no último dia 18 uma Caravana por todo o México que começará em 1º de janeiro e acabará no dia 25 de junho de 2006 - uma semana antes das eleições presidenciais. A iniciativa é chamada de "A Outra Campanha". O objetivo da Caravana é promover a discussão de uma nova Constituição que atenda aos interesses populares e formar uma aliança estratégica entre toda a sociedade civil anticapitalista, não eleitoral e de esquerda.
O encontro em La Garrucha (território rebelde) que anunciou "A Outra Campanha" foi transmitido na internet pelo Indymedia Chiapas e uma coalizão de mídia independente e participativa reunida para o encontro. O encontro também foi transmitido na FM em Oaxaca e na Cidade do México, entre outros lugares do mundo.
Utopia? Pode até ser. Nesse caso, entretanto, com alguma autoridade: os zapatistas ocupam um amplo território rico em recursos naturais no Estado de Chiapas e possuem seus próprios órgãos governamentais autônomos, não reconhecidos pelo governo oficial. O contato entre Exército Zapatista de Libertação Nacional foi rompido em 2001. É que naquele ano, o Congresso mexicano aprovou lei de direitos indígenas diferente daquela que foi acordada entre os políticos e os zapatistas como condição para a paz.
PS.: Fico devendo um post sobre as campanhas eleitorais em curso no continente.
Escrito por Luiz às 20h09
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Ai que sono

Escrito por Luiz às 19h06
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| 01/10/2005 |
Boas novas Com o rabinho entre as pernas,vou voltar a utilizar os serviços internéticos do Velox. avia cancelado a assinatura depois de 6 ou 7 meses de uso por causa da umas dores de cabeça. Mas percebi que a coisa pioraria se adotasse o serviço do concorrente deles, a Cabo Mais. Depois de um mês de realizado o pedido, uma voz anasalada e chata me informa que o funcionário da empresa só poderia instalar o modem e acionar a jeringonça extraordinária numa tarde de domingo. Resolvi cair fora antes que fosse tarde.Agora, fico atento para verificar se a atendente da telemar tem um sorriso no canto da boca...
Esse prólogo é só para avisar aos navegantes que esse blog vai voltar a ter uma melhor regularidade. Gracias.
Escrito por Luiz às 12h40
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