SOY LOCO POR TI
Política, Mídias, Economia, Arte, Futebol e Humor na América Latina

14/03/2006

Não se fala noutra coisa
na terra das bananas
 
Pena o partido socialista, no Brasil, não ser socialista. Nem o partido comunista ser comunista nesse país. Votaria neles nas próximas eleições. Mais por uma fidelidade emocional, busca e vontade, por afinidade eletiva, do que por uma justificativa intelectual e histórica, que é insuficiente em mim.

xxx
A eleição deste ano deverá ser inesquecivelmente agrícola, ou melhor, agropecuária, por causa da cavalice de Heloisa Helena e do chauvinismo de Qüercia, de Garotinho e de Esgoto, digo Rigotto.

Incrivelmente, Qüércia pode apoiar o PT na disputa presidencial, caso José Serra resolva diputar o governo do estado de São Paulo. Nesse último caso, vão tentar convencer Marta a abandonar a disputa pelo estado, porque com Serra ela não pode. Assumiria um ministério lá na frente, Lula chegando lá.

Aí Qüércia disputa o governo de São Paulo e daqui a uns anos teremos que escolher entre ele e Garotinho. É da vez que eu me alisto na Legião Estrangeira.

xxx
A demora pela escolha de Alckmin beneficiou a candidatura Lula. É a primeira vez na história das eleições que um chuchu dá gosto a um crustáceo.

xxx

Essa tirinha me lembrou do único comentarista político que comenta o que ninguém diz, mas gostaria, com apenas 9 verbos. Em uma tira.



 Escrito por Luiz às 20h34 [] [envie esta mensagem]


13/03/2006

Uribe ganhou
Entre mortos e feridos salvaram-se todos. Ou quase todos. As eleições deste domingo na Colômbia confirmaram a preferência pelo presidente Álvaro Uribe. Os resultados até agora indicam que 70% das cadeiras das câmaras legislativas serão ocupadas por partidos aliados ao presidente. O pleito não foi tranqüilo. Pelo menos para nossos padrões.

Foram registrados 29 incidentes - que envolveram explosões, destruição de urnas, incêndios de automóveis. Quase todos esses casos foram patrocinados pelas Farc. Mesmo assim, somente 10% do eleitorado deixou de votar. Nas eleições de 2002 foram registrados 100 incidentes destes.

A Colômbia continua em clima de eleição. No dia 28 de maio acontece a eleição presidencial. Uribe disputará com Horacio Serpa y Carlos Gaviria dos partidos Liberal e PDA, respectivamente. Há outros quatro candidatos.



 Escrito por Luiz às 12h02 [] [envie esta mensagem]


12/03/2006

Rápidas, rapidinhas
Eleições e balas
As eleições da Colômbia, hoje, são consideradas uma das mais importantes nos últimos 20 anos do país. Estima-se que o resultado por colocar em xeque a governabilidade do país, deve colocar em evidência novos líderes de esquerda, e coloca na mesa a presença dos páras na câmara legislativa. O dia de hoje (domingo) foi marcado pela ação das Farc no processo, queimando urnas e destruindo material oficial das eleições.


Bachelet assume o poder
Bachelet visitou, no dia de sua posse, a tumba de seu pai. Hoje fazem 32 anos da morte do general da força aérea, Alberto Bachelet. Curioso que El Mercúrio chame mais atenção para o discurso do cardeal, durante a cerimônia de posse, do para a chegada de Michele ao poder.

Pensando bem, não é de estranhar. O cardeal Francisco Javier Errázuriz, na cerimônia de posse, proclamou o discurso conservador de defesa da família, da paternidade e contra o aborto que marca boa parte da sociedade chilena.


Imprensa na Venezuela
Conseguiu
chegar aos 60 anos o Sindicato Nacional da Imprensa da Venezuela. A imprensa no país de Hugo Chávez é considerada a mais parcial do continente. Há quem não a classifique de forma não tão diplomática. Pra essas outras pessoas, a imprensa no país do mais novo caudilho é golpista mesmo.



 Escrito por Luiz às 18h11 [] [envie esta mensagem]



Carta da via campesina ao presidente Lula
Carta aberta ao Sr Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente do Brasil

Em nome de dezenas de organizações camponesas de todos os continentes, reunidos no âmbito da realização da II Conferência Internacional da FAO, vimos, à presença de V. Excelência, manifestar nossa preocupação em relação às posições do governo brasileiro na OMC e nas conferências de Curitiba.

1. Sobre a OMC

Em Cancún (México), o governo brasileiro adotou uma postura de defesa e resistência frente à chantagem dos Estados Unidos e da União Européia, e junto com as mobilizações sociais gerou uma esperança aos pobres e marginalizados do mundo ao frear as tentativas de acordo no âmbito da OMC.

No entanto, a posição do governo do Brasil e da Índia na última Conferência Ministerial da OMC, em Hong Kong, foi uma enorme desilusão. O que está sendo negociado atualmente, caso se consiga o acordo, implica graves consequências para a agricultura camponesa, como também para as economias locais, porque implica na privatização dos recursos naturais, na abertura e liberalização dos mercados.

Em contrapartida, os governos do sul irão liberalizar os serviços públicos, como saúde e educação, assim como os mercados de produtos não-agrícolas, que por sua vez, trará enormes prejuízos aos interesses do povo brasileiro e da economia nacional em favor de uma economia globalizada controlada por empresas multinacionais.

A Via Campesina acredita que é necessário suspender a Rodada de Doha. Acreditamos que não cabe à OMC regular a alimentação e a agricultura nem os serviços públicos. Estamos falando de direitos básicos da sociedade que não podem ser tratados como simples mercadorias. A soberania alimentar dos povos deve ser o princípio sobre o qual devem ser baseados os tratados internacionais.

Entendemos que o governo do Brasil deve defender os interesses de seu povo e não do setor agroexportador. Por isso, exigimos que o governo articule a suspensão das negociações na OMC.

2. Em relação às Conferências de Curitiba sobre o Protocolo de Cartagena (MOP 3) e a Convenção da Diversidade Biológica (COP 8) conclamamos o governo brasileiro a defender as seguintes posições

A) A clara e precisa identificação dos carregamentos com produtos transgênicos com a expressão “Contém OVM’s”, em respeito ao direito dos cidadãos e dos povos de conhecer a origem e qualidade dos alimentos que consomem. Isso representa uma restrição à contaminação da biodiversidade, do setor agrícola e alimentar com transgênicos, que não representam nenhum benefício para camponeses e consumidores.

B) Que os desenvolvedores de produtos transgênicos devam responder por danos resultantes da movimentação internacional e uso desses produtos.

C) A extensão da moratória para adoção das “tecnologias de restrição de uso” (gene terminator – sementes estéreis) pois representam uma séria ameaça de controle da produção de alimentos pelas grandes corporações e de desrespeito ao direito histórico à reprodução das sementes pelos agricultores.

D) Defender medidas que assegurem a proteção da biodiversidade biológica;

E) Defender a proibição das patentes sobre a vida;

Esperamos que o governo brasileiro leve em conta estas posições para defender os interesses de sua população em vez de atender às pressões das transnacionais e do setor agroexportador.

Em relação à Conferência Internacional da Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural, esperamos que os governos se articulem em vista de manter e ampliar iniciativas, em vista da realização da Reforma Agrária e que a FAO cumpra com seu mandato histórico de acabar com a fome e promover o desenvolvimento sustentável do meio rural.

Atenciosamente,

Pela Via Campesina
Paul Nicholson (País Basco)
Prem Dangal (Nepal)
Marco Antonio Ortiz (México)
Carlos Waymon (Nicarágua)



 Escrito por Luiz às 18h10 [] [envie esta mensagem]


07/03/2006

Com meus olhos de cão
A cruz na testa
Os dados do que fui
Do que serei:
Nasci matemático, mago
Nasci poeta
O riso seco
O grito
Descubro-me rei
Lantejoulado de treva
As facas golpeando Tempo  sensatez

Ente paredes, colado
Sou eu um dado:
Vivo de mim apartado.
Nos quatro lados
Um gozo de alacralidades:
Ventura de ser lançado
No seu túnel de funduras.

Meu muitas fontes
Meu cerne tão pontilhado:
Vivo no escuro dos eus
Sou dado-dardo, sou guincho
Lago-lingote, desvãos
Sou nicho, pássaro alto
Buscando semilla, grão

Feito de gosma e riso
Jogador de mitos
Equaciono quimeras
Sou começo e roliço
E vou descendo o abismo
Do teu terço.

Vi palavras e números
Círculos, tangentes
Extensos teoremas
Nas costas esguias
De um andarilho de sóis do meio-dia.
Olhou-me entre farrapos:
Números, palavras?
Oh, não senhor, a miséria é que é.
Mas meu muito obrigado
De meu pensar a mim um quadro-negro
Pois são apenas chagas nas minhas costas.
Tentei segui-lo.
Entrou num morro de moitas
Entrei.
Túbel vazio
Dando pro todo que caminhei


Amós Keres é o nome do autor do "poema" acima. Entre aspas assim, porque Amós na verdade é personagem de Hilda Hilst, essa sim personagem de verdade, ainda que de si mesma, no livro Com meus olhos de cão. Também entre aspas porque o poema é construído ao longo da história do livro, em que Amós deixa de ser um simples matemático e se descobre impulsionado por descobrir uma humanidade que julga ter perdido. Suas conjecturas lógicas vão dando lugar a expedições mais difíceis: o relativisnmo da exatidão, a beleza de uma flor, ódio e amor num beijo só, dúvida, rudeza, grosseria, amor e pretensão. E toda sorte de coisas que nos faz mais do que animais.

Como outros de Hilda, é um livro estranho e de uma beleza singular. Tô lendo com pena, porque, curto, a história não chega no fim de semana.



 Escrito por Luiz às 10h20 [] [envie esta mensagem]


06/03/2006

Agora é a guerra
Agora que o Oscar acabou, e todo mundo sabe quem ganhou; agora que o carnaval se foi e todo mundo sabe quem sambou (ou frevou) ou pagou mais e melhor; agora que o ano começou, finalmente, deveríamos fazer outro bolão pra saber como é que o ano de 2007 vai começar. Façam suas apostas.

 Escrito por Luiz às 17h30 [] [envie esta mensagem]



Lula, PT e o neopopulismo
Muita gente se pergunta em que se tornarão, no futuro próximo, Lula e o PT. Essa é uma questão que interessa ao país. Na comemoração do 26º aniversário de fundação do PT, ficou clara a preocupação dos dirigentes e do próprio Lula em mostrar que a crise passou e que o partido "deu a volta por cima". E é precisamente essa preocupação que demonstra o quanto ele foi atingido.

Lula e o PT confiam na fraca memória do povo e, como as denúncias de caixa dois e "mensalão" saíram do noticiário, torcem para que tudo seja esquecido. Lula argumenta que "errar é humano", e Ricardo Berzoini reduz todo o escândalo às falcatruas praticadas por Delúbio Soares; falcatruas cuja gravidade, aliás -sugerem os dirigentes petistas- foram exagerados pela imprensa. Enfim, no fundo, no fundo, foi apenas uma tempestade em copo d'água. Mas uma tempestade que obrigou Lula a destituir a direção do partido, composta por petistas históricos, demitir o ministro-chefe da Casa Civil, responsável por sua campanha vitoriosa à Presidência da República, além de afastar ocupantes de numerosos cargos do alto escalão do governo, sem falar nos deputados do primeiro time petista processados pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, mais parece um tsunami.

Lançando mão de artimanhas e sofismas, dirigentes petistas procuram levar a opinião pública a crer que o PT foi vítima de uma conspiração. Para livrar-se da acusação de que toleram a corrupção por ela fazer parte da sua estratégia de poder, admitem agora vagamente que alguns companheiros erraram. Mas, como errar é humano...
Convenhamos, o PT não pode fazer outra coisa. Até que tentou, quando Tarso Genro, no auge do escândalo, falou em "refundar" o partido, o que era admitir a gravidade da situação. (Naquele instante, muitos petistas choravam em público, ninguém se atrevia a negar os fatos).
Mas José Dirceu, que ainda mandava na máquina petista, não o permitiu, uma vez que a "refundação" resultaria em entregar o comando aos adversários do Campo Majoritário.

Na verdade, a tal refundação era inviável: se não interessava ao campo majoritário, não poderia interessar a Lula. Por isso mesmo, Tarso foi substituído por Berzoini que, pau-para-toda-obra, faz o que Lula determina. O PT é hoje, na verdade, um partido dividido: metade defende a volta às origens e a outra metade, o governo, ainda que fingindo autonomia; trata-se de um equilíbrio difícil, que obriga Berzoini a sucessivas acrobacias. O que torna as coisas menos difíceis é que ambos os lados têm um interesse comum: evitar o naufrágio definitivo do PT e do governo Lula. Esse interesse não é apenas das duas facções, mas de todo petista convicto que, embora eventualmente discorde do rumo que o governo tomou, votará em Lula outra vez. Pode-se deduzir que, para eles, um governo petista, ainda que tisnado pela corrupção, é melhor que qualquer outro. Errar é humano, quando quem erra é gente nossa; já erro de adversário não tem perdão.

Uma tal atitude pressupõe que o PT não é essencialmente corrupto e, por isso, aprenderá a lição, não voltará a pecar. Certamente, é difícil sustentar essa tese quando nos lembramos de que a corrupção antecede ao governo Lula -ela já grassava nas administrações petistas de Santo André e Ribeirão Preto, já estava na campanha presidencial de 2002, no conluio com Duda Mendonça e nas inexplicáveis caixas de uísque transportadas clandestinamente como se contivessem alguma coisa secreta.

Outro argumento usado para absolver o PT é o de que ele não é apenas Delúbio, Silvinho e os deputados do "mensalão"; o PT, na verdade, seria sobretudo os milhares e milhares de militantes anônimos espalhados pelo país. O que não fica claro é se esses militantes concordam ou não com a impunidade dos dirigentes corruptos. Se, como garante Berzoini, o partido, em vez de murchar, cresceu com o escândalo, devemos concluir que os militantes acham, como Lula, que caixa dois e "mensalão" não têm mesmo importância, pois é prática comum a todos?

Talvez não seja bem assim. Estamos assistindo aos esforços do PT e de Lula para apagar da memória de seus correligionários e do eleitorado brasileiro as falcatruas cometidas, embora saibam que não será fácil. Uma parte dos petistas, seja por paixão partidária ou por interesses diversos, vai fingir que esqueceu, mas aqueles que, sem serem petistas, votaram em Lula por confiar nele, dificilmente voltarão a fazê-lo. Por isso, para se reeleger, ele distribui benesses a torto e a direito, compra o voto dos pobres com o Bolsa-Família, dá aumento ao funcionalismo e inaugura obras inexistentes, fazendo o que sempre criticara nos políticos fisiológicos.

Quanto ao PT, que já não pode falar em ética, tampouco atacará, durante a campanha eleitoral, a política econômica de Palocci; à ala esquerda do partido, restará, portanto, compor-se com o neopopulismo de Lula ou cair fora. Em qualquer das hipóteses, a conseqüência será um PT não-ideológico, ajustado à imagem e semelhança do novo Lula que vemos nascer, descaradamente, a cada comício pré-eleitoral.



Texto de Ferreira Gullar, publicado no caderno Mais! da Bolha de São Paulo deste domingo.



 Escrito por Luiz às 11h16 [] [envie esta mensagem]


03/03/2006

O carnaval da PM

Fraglante da técnica de entrevista da PM do estado
Pernambuco é um dos estados que produz um dos melhores carnavais do país. A polícia adora. Nessa época ela fica mais à vontade para matar, torturar, abusar de autoridade, intimidar. Os impostos no estado aqui servem para financiar não só o salário de um secretário incompetente e omisso. Pagaram também o salário de 13 PMs que sequestraram e torturaram 14 adolescentes durante o período.

As pontes que ilustram a propaganda do carnaval do governo têm outra serventia nessa época. A polícia adora: depois de passar a noite espancando, os bem treinados PMs forçam seus suspeitos a pularem no rio. De vez em quando alguma coisa sai errado, digamos, quando um dos suspeitos morre afogado. Pior ainda é quando dois deles morrem.

Não seria nada demais se um desses pretos não fosse também filho de um PM. Não seria nada demais, quer dizer, ninguém ia reparar, não fosse o caso dos 13 garotos não serem marginais. Só pretos.

Não seria nada demais se outras pessoas torturadas não resolvessem também abrir a boca, com a tênue certeza de que não serão perseguidos e ameaçados, como é praxe por aqui.

A PM em Pernambuco protege pouca gente. Não é que a corporação tenha baixo efetivo pra dar conta do recado. É que aqui o estado funciona em função de poucas pessoas: as poucas pessoas que se casam em igrejas ricas e que precisam de policiamento especial. A polícia adora. Nesses dias ela come bolo de ameixa.

A PM em Pernambuco é protegida por pouca gente. Mas essa pouca gente está no governo, e se empenha em viver numa casa grande, arquitetando carnavais fora de época, estatísticas estilisticamente improváveis da segurança do cidadão, desenhando cargos no Senado, descendências políticas, eleições ganhas.

A polícia adora.



 Escrito por Luiz às 10h58 [] [envie esta mensagem]


01/03/2006

Eu já sabia

A vitória da Vila Isabel confirma várias coisas. Confirma o controle pessoal do dinheiro que a PDVSA tem por Hugo Chávez em sua campanha por vender a idéia de uma América Latina Bolivariana, confirma a estratégia de marketing da empresa, que projeta e executa iniciativas de expansão continental, confirma a chatice do carnaval carioca/global que é televisionado e por fim confirma o oportunismo de todos os anos na escolha de temas de samba-enredo - tanto pela escola como por quem vai financiar.

Nem interessa tanto saber afinal quanto a PDVSA deu. O que importa é que sem ela não teria sido possível o campeonato e, no fim, todos sairam contentes: a escola, quem torce pra ela, o governo venezuelano, a Globo, enfim. Esse tipo de integração é mesmo um carnaval.



 Escrito por Luiz às 17h27 [] [envie esta mensagem]



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